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Conheça a Umbanda
✦ Sobre o projeto

Conhecer para respeitar

O Conheça a Umbanda nasceu de uma ideia simples: a gente só tem medo do que não conhece.

Por que um jogo?

Muita gente nunca entrou num terreiro. O que sabe sobre a Umbanda veio de piadas, boatos e medo. Um jogo convida a chegar perto sem pressão: você caminha no seu tempo, conversa com os personagens, erra, tenta de novo e se emociona.

Em Aruanda: Caminho de Luz, a pessoa que você controla começa como muita gente começa: desconfiada, com vergonha da fé da avó e com tudo o que já ouviu falar. Ao longo da história ela descobre a caridade, os preceitos, as ervas, os guias e o amor que sustenta um terreiro.

O que acreditamos

  • Deus é amor. E o respeito é um dos pilares do amor ao próximo.
  • Respeito a todas as religiões. O jogo nunca ataca a fé de ninguém. Os personagens que têm preconceito são tratados com paciência, porque também podem aprender.
  • Respeito a todas as casas. A Umbanda é diversa, e nenhuma casa é dona da verdade.
  • Caridade sem cobrança. O jogo é gratuito e mostra que a Umbanda não é balcão de milagres.

Cada casa tem o seu caminho

A Tenda de Umbanda Caminho de Luz, a Mãe Lúcia, o Vovô Benedito e todos os outros personagens são inventados. Há casas tradicionais, de raiz banto (Angola, Congo), de Almas e Angola, de Omolokô, casas com e sem atabaque, com e sem sincretismo. Também há várias visões sobre a origem da Umbanda.

O jogo mostra um jeito de fazer, sempre lembrando que outras casas fazem diferente. Se você é de uma casa, a orientação que vale é a dela e do seu pai ou mãe de santo.

Como o conteúdo foi preparado

Os ensinamentos do jogo foram escritos a partir de estudos acadêmicos sobre as Umbandas brasileiras (etnografias de terreiros, pesquisas sobre Exu e Pombagira, sobre as raízes banto e sobre as diversas vertentes) e da vivência de quem é da religião. Procuramos sempre a forma mais respeitosa e menos absoluta de explicar cada tema.

Encontrou algo que pode ser explicado melhor? Escreva para nós. Este é um projeto vivo, que vai crescer com a ajuda de quem vive a Umbanda.

O que vem por aí

Depois do terreiro, a caminhada segue pelos mundos dos orixás: Ogum nas estradas, Oxóssi na mata, Xangô na pedreira, Iemanjá no mar, Oxum na cachoeira, Iansã nos ventos, Nanã nos lagos e Obaluaê na terra. Em cada mundo, o orixá não fala, mas ensina pela natureza e pelos guias da sua linha.

Contato

Sugestões, correções e parcerias com casas e educadores: [email protected].

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